Cantar de Galo, monólogo do dramaturgo norte-americano Robert Schenkkan, sobe ao palco do Teatro Carlos Alberto, no Porto, de 24 a 26 de setembro, com interpretação e encenação de Jorge Andrade.
A peça parte da figura do Galo de Barcelos para revisitar a lenda associada ao símbolo português e refletir sobre a sua apropriação cultural durante o Estado Novo. Ao longo do monólogo, o Galo confronta simbolicamente Salazar e questiona a construção de uma identidade nacional associada ao regime.
O espetáculo integra o ciclo Parla-Solos, depois de Maiúscula e Kung-Fu. As sessões realizam-se quinta-feira e sábado, às 19h00, e sexta-feira, às 21h00, com bilhetes a 12 euros.

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