A Escola de Mulheres estreia, a 14 de outubro, E se a Mónica, espetáculo que assinala os 25 anos da morte da bailarina, coreógrafa e produtora Mónica Lapa. A criação estará em cena até 1 de novembro, na Sala de Teatro do Clube Estefânia, em Lisboa.
Com encenação de Marta Lapa, irmã de Mónica Lapa, e texto original de Miguel Castro Caldas, o espetáculo parte da pergunta “E se a Mónica não tivesse morrido?” para revisitar o percurso da artista e imaginar os caminhos que poderia ter continuado a desenvolver. Francisco Camacho e Mélanie Ferreira interpretam e cocriam a produção, que cruza teatro e dança.
Figura ligada à dança contemporânea portuguesa sobretudo durante a década de 1990, Mónica Lapa foi professora de sapateado, sócia fundadora da Associação Portuguesa para a Dança e fundadora, com Albino Moura, do festival Danças na Cidade, que dirigiu até à sua morte, ao lado de Mark Deputter.
A partir da sua biografia, de memórias de pessoas que com ela se cruzaram e de elementos ficcionais, E se a Mónica procura recuperar o seu percurso e refletir sobre a permanência do trabalho de um artista após a sua morte.

