Jéssica Athayde dá vida a Catarina em “Hotel Amor”, a comédia portuguesa que se tornou a maior estreia nacional de 2025. O filme acompanha a história de uma gerente de hotel em crise, filmado num cenário real, com improviso e ritmo acelerado.
O que te atraiu no papel de Catarina, uma gerente de hotel com tantos desafios num só dia?
O que mais me atraiu foi, sem dúvida, as diferentes camadas do papel: uma workaholic que, além de todos os problemas que o hotel atravessa, ainda tem de lidar com a loucura de todo o staff e, claro, com o seu passado.
Como foi a experiência de gravar no Hotel Roma, durante o funcionamento normal, e com hóspedes reais? Alguma história divertida para partilhar?
Foi intenso, mas incrível. Na verdade, muita coisa podia correr “mal” ou obrigar-nos a cortar, o que me deixava super alerta e preparada para tudo. Uma história? Talvez quando eu estava à espera que a câmara descesse no elevador e um hóspede real veio perguntar-me onde era o pequeno-almoço.
O filme mistura humor com momentos mais emotivos. Como encontraste esse equilíbrio na tua interpretação?
Acho que a chave foi mesmo deixar-me levar pelo ambiente do hotel, pelo ritmo das entradas e saídas de hospedes, pela confusão… e, claro, por deixar-me levar pelo burnout que assola a vida da Catarina.
Na tua opinião, qual é a mensagem principal que o público deve levar depois de ver Hotel Amor?
Que só temos uma vida e devemos vivê-la com equilíbrio, sem descurar do que realmente importa… viver.
Qual é a tua parte favorita do filme, aquela que achas que vai fazer o público rir mais?
Acho que as minhas partes favoritas são aquelas em que a Catarina lida com a incompetência do staff e acaba à beira de um ataque de nervos.
Para quem ainda não viu o filme, o que dirias para convencê-los a ir ao cinema?
Garanto que será 1h30 muito bem passada, com humor, drama, cenas surreais e super bem feitas. Estou muito orgulhosa.